Evitar o endividamento: segredos para uma vida financeira estável 

Evitar o endividamento é mais simples do que parece. Com alguns hábitos financeiros saudáveis e decisões conscientes, é possível manter as finanças pessoais equilibradas e longe de dívidas desnecessárias. 

Neste artigo, vai encontrar soluções práticas para prevenir o endividamento, sinais de alerta a que deve estar atento e formas de agir antes que a situação se torne mais difícil de controlar. 

O que é o endividamento e por que acontece? 

O endividamento é quando uma pessoa ou família contrai obrigações financeiras que não consegue pagar nos prazos acordados. 

Em Portugal, é comum recorrer a crédito para pagar despesas como eletrodomésticos, estudos ou até contas mensais. Mas quando os rendimentos já não cobrem os compromissos, surgem problemas. 

As principais causas de endividamento são: 

  • Crédito pessoal para cobrir despesas correntes; 
  • Falta de poupança para emergências; 
  • Perda de rendimento (por exemplo, por desemprego); 
  • Má gestão do orçamento mensal. 


Quais os sinais de alerta antes de ficar endividado?
 

Estar atento a certos comportamentos pode ajudar a evitar problemas maiores. 

Nesse sentido, preste atenção a: 

1. Faturas em atraso frequente

Se começa a acumular contas por pagar, como eletricidade, água ou telecomunicações, é sinal de que algo está a sair do controlo. 

2. Uso constante do limite do cartão

Viver com o cartão sempre no limite é um dos maiores alertas de risco financeiro.  

Se paga apenas o valor mínimo, os juros crescem todos os meses. 

3. Recurso a crédito para despesas normais

Pedir empréstimos para pagar compras do supermercado ou gasolina mostra que os rendimentos não estão a ser suficientes para cobrir o básico. Como resultado, a sua taxa de esforço aumenta.
 

Devo deixar de usar cartões de crédito? 

Não necessariamente. Pode usar com responsabilidade e pagar o total da fatura todos os meses. 

Quando faz sentido usar cartões de crédito? 

Os cartões de crédito não são, por si só, um problema. O risco está no uso que se lhes dá. 

Assim sendo, é recomendável que use o cartão de crédito apenas se: 

  • Conseguir pagar o valor total no fim do mês; 
  • A compra está planeada (por exemplo, bilhete de avião ou reserva de hotel); 
  • Há uma vantagem concreta (por exemplo, pontos, cashback ou seguros). 

Evite usar o cartão para emergências ou despesas básicas, pois isso indica falta de liquidez. 

Que hábitos ajudam a evitar o endividamento? 

Evitar o endividamento começa com pequenas escolhas diárias. Eis algumas soluções simples que pode aplicar já: 

  • Criar um orçamento mensal realista: anote os rendimentos e as despesas fixas e variáveis. Use apps ou folhas de Excel para facilitar a tarefa; 
  • Defina limites de gastos por categoria: estabeleça tetos mensais para alimentação, lazer, transportes, entre outros; 
  • Reserve um fundo para imprevistos: idealmente, deve ter entre 3 e 6 meses de despesas. Comece a construí-lo, separando entre 15% e 20% dos seus rendimentos mensais; 
  • Evite o crédito fácil e sem necessidade: antes de pedir um empréstimo ou usar o cartão, pergunte-se: “Preciso mesmo disto agora?”; 
  • Reveja os seus contratos regularmente: existem sempre alternativas mais baratas de telecomunicações, seguros e luz. 

Como manter finanças saudáveis a longo prazo? 

Um bom controlo financeiro não precisa de ser complicado.  

Além dos bons hábitos para impedir o endividamento, siga esta checklist mensal: 

  • Atualize o orçamento e reveja despesas; 
  • Compare preços antes de fazer compras; 
  • Evite compras por impulso; 
  • Reserve dinheiro para poupança; 
  • Evite atrasos e juros, pagando contas a tempo; 
  • Usa ferramentas como a Bravo para negociar dívidas antes que o problema cresça. 

Evite o endividamento e tome o controlo das suas finanças pessoais 

Evitar o endividamento é mais fácil do que sair dele. Com pequenas mudanças nos hábitos e maior consciência nas decisões, pode manter a sua vida financeira segura e equilibrada. 

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Nota: O conteúdo deste artigo tem carácter informativo e não substitui a consulta das entidades oficiais relacionadas com o tema. 

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